Florianópolis – Meu primeiro torneio em uma Ilha!


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Florianópolis é a capital do estado de Santa Catarina e uma das três ilhas-capitais do Brasil. Destaca-se por ser a capital brasileira com o melhor índice de desenvolvimento humano (IDH), da ordem de 0,875, segundo relatório divulgado pela ONU em 2000. Esse índice também a torna a quarta cidade brasileira com a melhor qualidade de vida, atrás apenas das cidades de São Caetano do Sul e Águas de São Pedro no estado de São Paulo e Niterói no estado do Rio de Janeiro.[7]
Localiza-se no centro-leste do estado de Santa Catarina e é banhada pelo Oceano Atlântico. Grande parte de Florianópolis (97,23%) está situada na Ilha de Santa Catarina, possuindo cerca de 100 praias, consideradas também as continentais.
Possui, segundo o Censo IBGE do ano de 2010, uma população de 421.203 habitantes. Sua região metropolitana possui 1.012.831 habitantes.

Em dezembro de 1998, se não me falha a memória, nos dia 19 e 20 aconteceu um torneio aberto no Clube de Xadrez desta cidade. Suíço em 5 rodadas e com uma hora nocaute.

Na epóca eu trabalhava no SESI, então devo ter jogado três torneios no ano.

Ao chegar em Floripa fiquei na casa do amigo Antonio Renato Moro quem bem me recebeu.

Na primeira rodada passei um sufoco para vencer o Passarela de Balneário Camboriu, na segunda joguei com o Gilson Chrestani fazendo meu segundo ponto, na terceira com o Kaiser (na epóca vice catarinense) fazendo meu terceiro ponto.

Na quarta rodada joguei com o Pablo Sell e quando eu encaminhava mais uma vitória e a liderança do torneio, fui surpreendido por minha “queda da seta”, estranhissima e rapidamente apontada pelo meu adversário que também arbitrava o torneio e rapidamente saiu da mesa. Verifiquei novamente o relógio não acreditando que tinha perdido no tempo, pois, tenho boa noção do tempo sem zumbizar, mesmo sob pressão. Foi aí então que junto do Rodrigo Arpon constatamos o defeito do relógio, já fazia 3 minutos que havia terminado o tempo do meu adversário e o indicador estava em pé! Um defeito mecânico constatado! Entrei com recurso, julgado e votado com resultado de empate e decidido pelo Presidente do Clube em do favor do meu adversário/sócio do clube e árbitro. Na realidade algo mais teatral do que técnico; quem estava lá sabe disso. Isso dediciu o torneio, pois, ele já tinha meio ponto perdido e eu fiquei com um perdido. Até esta data ele tinha vencido todos torneios realizados no ano em Floripa…

Buenas, após esta trágica e absurda rodada da manhã do domingo, fui jogar a tarde a quinta rodada com o meu amigo Moro. Mais uma vitória e somei quatros pontos; não lembro do resultado final, lembro do que seria correto. Lembro também que tive a oportunidade  conversar no ano seguinte com o Mestre na epóca, agora Grande Mestre, Everaldo Matssura a respeito do que aconteceu, ele disse que não era tão incomum e presenciou situações semelhantes e que o mesmo julgamento foi feito e a LÓGICA prevaleceu baseado num FATO: como haviam se passado 3 minutos e a queda da seta do outro lado havia sido feita instantaneamente a mesma, a vitória foi a dado a quem de direito.

Abaixo uma posição que joguei na segunda rodada, após o meu adversário jogar o Cavalo de “c3” em “a4”, sendo que caso continuasse com Cavalo em “e2” a posição lhe seria favorável. Devo ter jogado esta partida em 15 minutos. Você saberia encontrar a sequência que da vitória as pretas?

Pretas jogam e vencem!
Pretas jogam e vencem!